Conforto das Escrituras para a Quinta-Feira

“Falando a verdade em amor, possamos crescer nEle em todas as coisas, naquEle que é a cabeça, sim, Cristo.” [1, KJV]

É tristemente possível que estejamos “falando a verdade”, mas não “em amor”, e “ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine” [2]. Há algumas coisas que são verdade, mas que é melhor que não sejam ditas. A nós, que conhecemos o Senhor, nos é dito que “sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados” [3]. Também nos é dito que estejamos “deixando… toda a maledicência” [4], isto é, coisas que são ditas com a intenção de ferir os outros, mesmo se tais coisas forem verdade. “Aquele que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que revolve o assunto separa os maiores amigos” [5]. E o mesmo princípio de “falar a verdade em amor” se aplica a nossa proclamação da Palavra de Deus, cuja “palavra é a verdade” [6]. A Palavra de Deus não é nossa arma pessoal para ser usada impensada ou descuidadamente. É “a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” [7]. Não devemos falar dela de maneira contenciosa, mas sim “falar a verdade em amor”, considerando-a “não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como palavra de Deus” [8]. Assim a verdade de Deus poderá ser usada quando falamos dela, e assim nós, “falando a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” [1].

Quando falamos “a verdade em amor”
Deus reveste-a com Seu poder;
Os resultados eternos serão;
Trazendo consigo broto e flor.

[1] Efésios 4:15 (versão King James); [2] 1 Coríntios 13:1; [3] 1 Pedro 4:8; [4] 1 Pedro 2:1 (Almeida Atualizada); [5] Provérbios 17:9; [6] João 17:17; [7] Efésios 6:17; [8] 1 Tessalonicenses 2:13

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