Gênesis 2:1-14

(recomendamos que leia esse trecho em sua Bíblia antes de prosseguir)
 
Deus terminou Seu trabalho. Agora Ele tinha descanso. O Sabbath é o descanso de Deus. Todavia, Deus nunca disse que a primeira criação era “perfeita”. Ele disse que era “bom” e “muito bom” (Gênesis 1:31). Repare que até aqui só a palavra “Deus” é usada. Ele é o Deus-Criador.
 
No versículo 4 do nosso capítulo, um novo título… “Senhor Deus”. Isto O coloca um pouco mais perto das pessoas
 
“…em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-se” (Êxodo 31:17).
Ele mesmo se satisfaz com a alegria que Ele preparou para sua criatura. Na criação, admiramos o poder de Deus, capaz de organizar bilhões de milhões de estrelas na imensidão do céu, de impor limites ao mar, de controlar as forças dos raios e dos ventos, capaz também de formar o homem de um punhado de pó (Salmo 8:3). 

Admiramos também a sua sabedoria, Ele mediu os tempos e as estações, estabeleceu um equilíbrio por toda a natureza e deu leis para as plantas e instintos aos animais (Salmo 104:24). Mas também admiramos a sua bondade e carinho. Ele fez os céus, dividiu a terra das águas, estabeleceu o sol, a lua e as estrelas… “porque a sua benignidade dura para sempre” (Salmo 136:1). Com a ternura de uma mãe que preparou antecipadamente tudo o que era necessário para a criança que ela vai trazer ao mundo, Deus coloca o homem em condições ideais. Ele o coloca em um jardim para desfrutar do descanso e repouso de seu Criador. Ao soprar em suas narinas o “fôlego de vida” (versículo 7), Deus faz dele (diferente dos animais) uma alma vivente e imperecível, responsável perante Ele.

O maravilhoso jardim no Éden (paraíso de delícias) é plantado pelo “Senhor Deus”. Um rio (figura de bênção) corria desse jardim e se dividia em quatro rios. “Quatro” é o número nas Escrituras que significa “universal”, ou, como os quatro cantos da terra. Quatro rios para abençoarem a terra. Mas isso não ia durar muito.

Texto baseado em diversos autores que se reuniam apenas ao Nome do Senhor no século XIX e XX.

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