Conforto das Escrituras para o Domingo

“Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando” [1]

“Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade” [2]. “Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão, e acabam-se, sem esperança” [3]. “Pela sua própria malícia é lançado fora o perverso, mas o justo até na morte se mantém confiante” [4]. “Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus… Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida” [5, 6]. “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação” [7]. “Enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor” [8]. “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios” [9].

“Os meus tempos estão nas tuas mãos” [10]
A minha vida pertence ao Senhor;
É dEle definitivamente,
Pois “os meus tempos estão nas tuas mãos”.

[1] Salmos 90:10 -[2]  Salmo 39:5; [3] Jó 7:6; [4] Provérbios 14:32; [5] 2 Coríntios 5:1; [6] 2 Coríntios 5:4; [7] Hebreus 9:27-28; [8] 2 Coríntios 5:6;[9] Salmo 90:12; [10] Salmo 31:15

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