Conforto das Escrituras para a Quinta-Feira

“O qual nos declarou também o vosso amor no Espírito” [1]

O amor com o qual somos chamados a amar uns aos outros não é mero amor humano, que é tão facilmente ofendido e resfriado; é, antes, “o amor no Espírito” [1]. É “o amor de Deus … derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” [2]. É o mesmo amor pelo qual “se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” [3]. Com esse “amor de Deus” em nossos corações, podemos amar aqueles que não são amáveis, e podemos amar mesmo que não seja correspondido. E podemos amar sacrificialmente, não nos importando com o quanto isso custa para nós. Pois amar com “o amor de Deus” é caro, não apenas em coisas materiais, mas em muitos outros aspectos. Pode envolver grande carga e sofrimento. “Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade” [4]. “Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros” [5].

Como podemos amar os desagradáveis?
Como podemos manifestar a graça de Deus?
Ao olharmos para o nosso Senhor nas Escrituras,
E alegremente contemplarmos Sua face.

[1] Colossenses 1:8; [2] Romanos 5:5; [3] 1 João 4:9; [4] 1 João 3:17-18; [5] 1 João 4:11

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