Gênesis 45:1-15

(recomendamos que leia esse trecho em sua Bíblia antes de prosseguir)

Este é o momento que José esperava há muito tempo. Agora as comportas de amor se abrem e ele se dá a conhecer a seus irmãos (Zacarias 14:4 e 13:6).  Que paciência ele havia demonstrado! Se tivesse se dado a conhecer demasiado cedo, seus irmãos o teriam honrado porque tinham de fazer isso, como o molho do seu sonho, mas os seus corações permaneceriam frios e temerosos.

Eu sou José! Eu sou José! Repare na afirmação que é repetida nos versículos 3 e 4, todos os remidos sempre se lembrarão de que fomos nós que colocamos o Senhor Jesus Cristo na cruz (João 1:29).

José faz menção de Deus quatro vezes. Deus estava por detrás da terrível experiência de José ao ser vendido como um escravo, e estava preparando um caminho para que toda a família fosse preservada e abençoada.

Os irmãos descobrem agora que o governador do Egito, a quem pertence toda esta glória, não é outro senão aquele que eles odiaram e rejeitaram. Ele não apenas está vivo, mas todas as coisas lhe estão sujeitas (Hebreus 2:8). Seus atos criminosos foram os meios usados para cumprir seus sonhos. Que perplexidade deve ter enchido seus corações quando eles vêem a nobre graça da qual José é a prova viva. Ele não se vingou; não os censura; ele só quer a felicidade deles! E quanto ao seu próprio coração, está cheio de alegria, semelhante ao do Pastor quando encontrou a ovelha perdida. Agora os irmãos recebem uma mensagem feliz, uma boa nova: vá ao seu pai e fale a ele sobre a glória da pessoa que os perdoou. Eles devem voltar rapidamente para os que ficaram em casa e contar a eles de José (João 17:18).

Assim José lhes disse o que deviam falar (Marcos 16:15). Eles deviam se apressar (2 Coríntios 6:2). Tudo seria provido a eles (Romanos 8:32).
Esta é também a nossa missão, queridos remidos do Senhor: anunciar aos outros, começando com nossos parentes, o que encontramos em Jesus e contarmos a seu Pai “toda a Sua glória”, em reuniões de adoração.

Texto baseado em diversos autores que se reuniam apenas ao Nome do Senhor no século XIX e XX.

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