Páscoa

“E dali a dois dias era a páscoa… e os principais dos sacerdotes e os escribas buscavam como o prenderiam com dolo, e o matariam. Mas eles diziam: Não na festa, para que porventura não se faça alvoroço entre o povo” (Marcos 14:1-2).

Os principais sacerdotes, fariseus e escribas, que eram os líderes entre os judeus, haviam conspirado por algum tempo para se livrarem do Senhor Jesus. Várias vezes eles tentaram matá-lo, mas Ele sempre escapou silenciosamente, porque ainda não era a hora de Ele morrer. Então, novamente, eles aproveitaram a Páscoa, quando muitos judeus estariam em Jerusalém, para tentar matá-lo. Mas concordaram que isso não deveria acontecer no dia da festa, caso houvesse um grande tumulto entre o povo.

Mas o Senhor Jesus foi a verdadeira Páscoa, e Ele teve de ser crucificado no dia exato da Páscoa. De quem seria a palavra que permaneceria: a Palavra de Deus ou a decisão dos líderes judeus? Apesar da decisão dos líderes judeus, o Senhor Jesus foi crucificado no dia da Páscoa, pois foi assim que Deus quis. “Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1 Coríntios 5:7).

Bill Prost