Diário do Jovem Cristão para a Quinta-Feira

Portões de Neemias — A Porta do Monturo

“E a porta do monturo [esterco] reparou-a Malquias, filho de Recabe, líder do distrito de Bete-Haquerém” (Neemias 3:14)

Reparar a Porta do Monturo deve ter sido humilhante para um governador como Malquias, mas era muito necessário.

Esta porta nos lembra da necessidade de autojulgamento. A Porta do Monturo era a porta por onde levavam a sujeira para fora da cidade, de modo que a cidade não ficasse contaminada. Assim lemos: “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.” (2 Coríntios 7:1). Como crentes somos chamados, não à impureza, mas à santidade prática. Devemos nos limpar, isto é, julgar-nos a nós mesmos na presença de Deus, e nos afastarmos de toda a pecaminosidade e do que mancha e abate nossas almas. “Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.” (2 Timóteo 2:22). Esta é uma exortação necessária em um mundo onde pessoas estão seguindo suas próprias concupiscências e apetites pecaminosos. “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida” (1 João 2:16).  No entanto, isto não deve ser o que caracteriza um crente. “Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.” (Gálatas 5:16)

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