Conforto das Escrituras para a Quarta-Feira

“Minha oração voltava para o meu seio.”

A oração não só traz bênção àqueles por quem se ora, como também traz bênção àquele que ora, pois, para que se possa orar efetivamente, devemos estar em estreita comunhão com o Senhor. “Se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá”, pois “qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista”. Assim “cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa”. Pela Sua provisão através de Cristo, “purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus”. Assim a oração traz bênção ao que ora pois nos mantém desejosos da comunhão com Deus. A oração também traz uma bênção àquele que ora porque nos tira do egocentrismo e nos torna preocupados com os outros, de modo que não mais “atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros”, enquanto seguimos em oração para “levar as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo”. Além disso, a oração nos torna dependentes de Deus, fazendo-nos perceber que “toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto”. “Minha oração voltava para o meu seio.”

Orando no Espírito de Deus,
Devemos dEle nos aproximar;
Assim Sua bênção vem aos nossos corações,
E as coisas do mundo perdem o valor.

Salmos 35:13 ~ Salmos 66:18 ~ 1 João 3:22 ~ Hebreus 10:22 ~ 2 Coríntios 7: 1 ~ Filipenses 2: 4 ~ Gálatas 6: 2 ~ Tiago 1:17

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