Êxodo 36:14-34

(para maior proveito, leia na Bíblia os versículos indicados)
 
 
Os materiais foram reunidos, os trabalhadores nomeados e agora a construção do tabernáculo vai começar. Vamos ter a oportunidade de observar todos estes diversos tipos de figuras e algumas novas instruções. Quando o Senhor falou a Moisés sobre o tabernáculo, começando no capítulo 25, a arca da Sua presença foi a primeira coisa mencionada. Mas quando a obra começa, as quatro coberturas do tabernáculo são enumeradas primeiro. 
 
A primeira, a mais bela, feita com as dez cortinas descritas nos versículos 8 a 13, só podia ser vista de dentro, à luz do castiçal, quando o sacerdote estava no lugar santo. Da mesma forma, as várias glórias de Jesus só podem ser compreendidas e apreciadas à luz do Espírito Santo e na presença de Deus. Por outro lado, a quarta cobertura, feita de peles rústicas de texugo, o tabernáculo, ao contrário de templos antigos (e dos modernos edifícios religiosos também) não tinha nada no exterior para chamar a atenção. Ele nos recorda Aquele que não tinha parecer nem formosura e não tinha nada para fazer com que os homens o desejassem (Isaías 53:2 e João 5:41). Que Deus nos preserve das atrações do mundo e do seu espírito, sua forma de pensar; guarde-nos de desejar suas glórias efêmeras e querer deixar nossa marca nele mais do que o brilho do nosso Senhor. 
  
O que você pensaria destes trabalhadores se eles tivessem colocado as tábuas em diferentes agrupamentos? No versículo 22 “pregadas uma a outra” para formar um tabernáculo. Todavia há alguns Cristãos que dizem que está tudo bem que existam muitos grupos de Cristãos, separados uns dos outros (veja João 17:20-21). 
 
Solidamente presas em bases de prata, as tábuas, uma figura dos remidos, trazem à mente a exortação do apóstolo: “Permaneçam firmes no Senhor, amados” (Filipenses 4:1). 
Texto baseado em diversos autores que se reuniam apenas ao Nome do Senhor nos séculos XIX e XX.
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