Explicação

Explicação

Um escritor disse que “Deus” é a palavra mais vaga do nosso idioma. Em um primeiro momento, essa declaração me ofendeu quando a li, mas meditando um pouco mais cheguei à conclusão de que ela é verdade no que diz respeito as multidões, Deus é com certeza tanto “o Deus desconhecido” para eles quanto era para os filósofos atenienses quando Paulo pregou no Areópago, há vinte séculos atrás.

Como é Deus? “Ninguém jamais viu a Deus”. Então, quem pode descrevê-lo e nos apresentar a Ele? “O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer”. Então, sendo assim, se quisermos conhecer a Deus, devemos dar ouvidos ao Senhor Jesus, pois Ele é o Filho unigênito. Nenhum homem pode ser desculpado por não conhecer a Deus agora, pois a verdade quanto a Ele está plenamente revelada, e a verdade não é vaga; não é à natureza (embora… tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas), não é à ciência, não é à filosofia, mas JESUS. Ele disse, diante de Pilatos: “Todo aquele que é da verdade ouve a Minha voz”.

Agora, nas parábolas centrais do Evangelho de Lucas, ouvimos a voz de Jesus nos dizendo o que Deus é: Seu cuidado com as necessidades dos homens e Sua misericordiosa provisão para essas necessidades, Seu amor pelos homens, Seu desejo por sua companhia e Seu juízo apenas sobre os impenitentes e os que o desprezam são colocados diante de nós em imagens claras. E disse o Senhor: “Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça”. É sobre essas parábolas que escrevo neste livro que chamei de “A festa, a fome e a chama”. Que a bênção de Deus repouse sobre os leitores.

J. T. Mawson.

Tradução em andamento do livro “A ceia, a fome e a chama” (The Feast, the Famine and the Flame) de J. T. Mawson.

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