Comunhão com os demônios

“Eu não quero que tenhais comunhão com os demônios” (1 Coríntios 10:20).

Pelo menos aqui na América do Norte, esta noite é chamada de “Noite do Halloween”. Muitas crianças vão de casa em casa à noite, com a tradicional pergunta: “Trick or Treat?” (Doces ou Travessuras?), e esperam ganhar doces ou algum outro presente que possam comer. Elas estão geralmente vestidas com todos os tipos de fantasias estranhas, e as pessoas geralmente colocam abóboras esculpidas, figuras de fantasmas, silhuetas de bruxas, etc. na frente de suas casas. Hoje não é tão comum, mas antigamente os jovens costumavam sair e pregar peças nas pessoas. Eles pegavam uma barra de sabão e a espalhavam nas janelas das casas ou nas janelas dos carros. Às vezes, eles pegavam coisas como ferramentas agrícolas das propriedades dos fazendeiros e as escondiam. Então, no dia seguinte, os fazendeiros tinham que procurar e arrumar as coisas.

A palavra “halloween” é uma versão abreviada da frase “all hallows even (evening)”, que, traduzida, é: “noite ou véspera de todos os santos” e possui conotações muito negativas. Entre os antigos celtas na Escócia e na Inglaterra, era uma época do ano em que se acreditava que a entrada do mundo espiritual era aberta para os espíritos passarem e assombrarem os vivos. As pessoas marcavam a ocasião acendendo fogueiras para proteção e se vestindo como os espíritos e criaturas que elas acreditavam que poderiam se deparar naquela noite. Pensavam que tudo supostamente impedia que os espíritos lhes fizessem mal. Definitivamente esse evento está ligado a Satanás e seus demônios.

Não é algo bom para os cristãos se envolverem com tudo isso, pois não se trata de algo engraçado e inofensivo. Satanás é real, e os espíritos malignos também. Os incrédulos que estão envolvidos com eles nunca zombam deles; eles os temem. Não precisamos ter medo deles, pois lemos na Bíblia que “maior é o que está em vós [o Espírito Santo] do que o que está no mundo” (1 João 4:4). Contudo, não devemos nos envolver com nada que tenha a ver com eles. É uma estratégia do diabo para nos fazer pensar que ele não é tão mau assim, fazendo com que não fiquemos em guarda contra seus ataques. Como diz o nosso versículo, não tenhais comunhão com os demônios.

Bill Prost