Conforto das Escrituras para a Terça-Feira

“Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano.” [1]

“Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece” [2]. “Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que ele trará” [3]. Mas, “o Senhor, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes” [4], pois “a tua força seja como os teus dias” [5]. Ele diz para os que são Seus: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça” [6], “porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo” [7]. “Porque ele te livrará do laço do passarinheiro… Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel” [8]. Então “sairei na força do Senhor DEUS, farei menção da tua justiça, e só dela” [9], “remindo o tempo; porquanto os dias são maus” [10].

Os dias se estendem à minha frente,
E eu não sei o que me reservam,
Mas eu conheço a Ele, que prometeu,
Nunca abandonar minh’alma.

[1] Êxodo 12:2; [2] Tiago 4:13-14; [3] Provérbios 27:1; [4] Deuteronômio 31:8; [5] Deuteronômio 33:25; [6] Isaías 41:10; [7] Isaías 41:13; [8] Salmo 91:3-4; [9] Salmo 71:16; [10] Efésios 5:16

Conforto das Escrituras para a Segunda-Feira

“Até que refresque o dia, e fujam as sombras” [1]

Muitas têm sido as sombras que caíram nos caminhos dos queridos filhos de Deus enquanto viajamos por um mundo que rejeitou a Cristo. As sombras da dor, da perseguição, da separação, da incompreensão, das esperanças arruinadas, do cansaço, da privação, da tristeza, e a “sombra da morte” [2]. Mas um dia desses as sombras fugirão, e conheceremos por vista, assim como agora nós conhecemos pela fé, “que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” [3]. Assim como João em Patmos, ouviremos uma voz dizer: “Sobe aqui” [4], na “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e… nossa reunião com ele” [5], “e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” [6]. “Até que refresque o dia” [1], confiemos e sirvamos alegremente a Ele, seguindo “mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações” [7]. “A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos, pois, as obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz” [8].

Por muito tempo tem sido noite,
Com suas sombras e seus ruídos,
Mas logo Ele virá, aquEle que é a Luz,
E a glória então brilhará ao redor.

[1] Cantares de Salomão 4:6; [2] Salmo 23:4; [3] Romanos 8:18; [4] Apocalipse 4:1; [5] 2 Tessalonicenses 2:1; [6] Apocalipse 21:4; [7] 2 Pedro 1:19; [8] Romanos 13:12

Conforto das Escrituras para a Segunda-Feira

“Cristo Jesus, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” [1]

Nosso Senhor, na terra, foi o Servo perfeito, de quem o Senhor Deus tinha falado profeticamente: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios. Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça. A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça. Não faltará, nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei” [2]. Quando Ele deixou o céu para vir à terra, para nascer da virgem, “entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me preparaste… Então disse: Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), para fazer, ó Deus, a tua vontade” [3]. Ele podia dizer, sem reservas: “Eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” [4], e “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar [consumar] a sua obra” [5], “na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez.” [6]

O Servo do Senhor estava aqui;
Seu deleite era obedecer;
Ele foi “obediente até a morte”,
Para transformar nossa noite em dia.

[1] Filipenses 2:5-7; [2] Isaías 42:1-4; [3] Hebreus 10:5-7; [4] João 6:38; [5] João 4:34; [6] Hebreus 10:10

Conforto das Escrituras para o Domingo

“E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” [1]

“Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco” [2]. “Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” [3], em cumprimento à primeira promessa messiânica, dita pelo Senhor Deus à serpente, Satanás, no Jardim do Éden: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” [4]. “Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória” [5]. “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou” [6]. Ele disse: “Eu e o Pai somos um” [7], e “Quem me vê a mim vê o Pai” [8]. Ele é “nosso Senhor Jesus Cristo… o bem-aventurado, e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores; aquele que tem, ele só, a imortalidade… ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém.” [9]

O santo Filho de Deus desceu
Para habitar na terra entre os homens;
Recusado, desprezado e rejeitado,
Ele pagou o preço por nossos pecados.

[1] Mateus 1:21; [2] Mateus 1:22-23; [3] Gálatas 4:4; [4] Gênesis 3:15; [5] 1 Timóteo 3:16; [6] João 1:18; [7] João 10:30; [8] João 14:9; [9] 1 Timóteo 6:14-16

Conforto das Escrituras para a Sexta-Feira

“E se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” [1]

Ele, nosso Senhor Jesus Cristo, é “o Senhor dos Exércitos… maravilhoso em conselho e grande em obra” [2]. Ele é maravilhoso, e assim é também Sua Palavra. “Maravilhosos são os teus testemunhos; portanto, a minha alma os guarda” [3]. E “muitas são, Senhor meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti” [4]. Ele é o “Conselheiro”, e “quem ensina como ele?” [5] “Quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?” [6] Ele é também o “Deus Forte”, “sábio de coração, e forte em poder” [7], que declara: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso” [8]. Ele é o “Pai da Eternidade”, ou o “Pai das Eras”, e todas as eras do tempo, passado, presente e futuro, foram planejadas para a glória de seu “Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo [ou ‘as eras’ em algumas traduções’]” [9]. E como o “Príncipe da Paz” ele, um dia, em Seu retorno, ocupará “o trono de Davi, seu pai” [10], e “nos seus dias florescerá o justo, e abundância de paz haverá enquanto durar a lua” [11]. E hoje, nós, que confiamos nEle “temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” [12].

Maravilhoso e sem comparação
É o nome de Cristo, nosso Senhor,
Conselheiro, Príncipe da Paz, e Deus,
Assim revelado em toda a Palavra.

[1] Isaías 9:6; [2] Isaías 28:29; [3] Salmo 119:129; [4] Salmo 40:5; [5] Jó 36:22; [6] Romanos 11:34; [7] Jó 9:4; [8] Apocalipse 1:8; [9] Hebreus 1:2; [10] Lucas 1:32; [11] Salmo 72:7; [12] Romanos 5:1

Conforto das Escrituras para a Quinta-Feira

“Um menino nos nasceu, um filho se nos deu.” [1]

“O nascimento de Jesus Cristo foi assim: Que estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo… E… eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo; e dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” [2, 3]. E “eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém, dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus?” [4] “Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai” [5]. Mas não apenas é “Um menino [que] nos nasceu”, mas também “um filhos [que] se nos deu” [1]. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” [6]. “Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho” [7]. “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós” [8].

“Cristo Jesus veio ao mundo”,
Nascido um menino em Belém,
Para morrer por pecadores como nós;
Ele por nós a ira de Deus tomou.

[1] Isaías 9:6; [2] Mateus 1:18; [3] Mateus 1:20-21; [4] Mateus 2:1-2; [5] Lucas 1:30-32; [6] João 3:16; [7] Gálatas 4:4; [8] Romanos 8:32

Conforto das Escrituras para a Quarta-Feira

“Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” [1]

“Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens” [1]. “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” [3]. “Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida” [4]. “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados” [5]. “E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas” [6]. Nosso Senhor Jesus Cristo disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” [7], e “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” [8]. Ele também disse: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo” [9]. “Cristo, que é a nossa vida” [10]. “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” [1].

“Mortos em ofensas e pecados”,
Sem esperança que possamos ver,
Mas o querido Filho de Deus tomou meu lugar,
Para que libertado eu pudesse ser.

[1] João 10:10; [2] João 1:4; [3] 1 João 4:9; [4] 1 João 5:12; [5] Efésios 2:1; [6] Colossenses 2:13; [7] João 14:6; [8] João 5:24; [9] João 6:51; [10] Colossenses 3:4

Conforto das Escrituras para a Terça-Feira

“E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.” [1]

Há, para o filho de Deus, “o presente”, e muitas vezes este não é “de gozo, senão de tristeza” [1], enquanto passamos por “várias tentações” [2] e pela “ardente prova que vem sobre vós para vos tentar” [3]. “O trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar” [4] carrega consigo um peso de tristeza e cansaço, e por um tempo nos esquecemos que “tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus” [5]. Mas nosso Pai amável não opera em nossas vidas simplesmente para o benefício presente e facilidades. Ele olha para o “depois” [1], tanto nesta vida quanto na eternidade. Enquanto nos permitirmos ser “exercitados” [1] por todas as circunstâncias da vida, nossas provações nos renderão o “fruto pacífico de justiça” [1]. Assim, Deus te conduz “para te humilhar, e para te provar, para no fim te fazer bem” [6], e “para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo” [7].

Não conhecemos o porquê de nossas provações,
Nem como podem operar para o nosso bem,
Mas Ele vê o objetivo de nossas provas,
Para a Cristo nos fazer mais semelhantes.

[1] Hebreus 12:11; [2] 1 Pedro 1:6; [3] 1 Pedro 4:12; [4] Eclesiastes 3:10; [5] 2 Coríntios 4:15; [6] Deuteronômio 8:16; [7] 1 Pedro 1:7

Conforto das Escrituras para a Segunda-Feira

“Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.” [1]

É algo bendito saber que “Ele conhece” tudo sobre nós: nossos desejos, nossos motivos, nossas esperanças, nossas falhas, nossas tentações, nossas lágrimas, TUDO. “O Senhor conhece o caminho dos justos” [2]. “O Senhor conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre” [3]. Quando as provas nos oprimem pesadamente, não nos esqueçamos que “ele sabe que andas por este grande deserto” [4], e podemos dizer juntamente com Jó: “Ele sabe o meu caminho; provando-me ele, sairei como o ouro” [5]. E Ele não somente conhece todas as coisas, como também “lembra-se de que somos pó” [1]. Ele conhece nossas limitações, e “ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão, segundo a grandeza das suas misericórdias” [6]. Ele nos diz: “Não contenderei para sempre, nem continuamente me indignarei; porque o espírito perante a minha face se desfaleceria, e as almas que eu fiz” [7]. “Lembrou-se da sua benignidade e da sua verdade” [8]. Assim, “lembra-te, Senhor, das tuas misericórdias e das tuas benignidades, porque são desde a eternidade” [9].

“Ele conhece o caminho” de Seus santos,
E nunca os abandonará;
O mundo e todas as suas seduções
Não podem dEle nos separar.

[1] Salmo 103:14; [2] Salmos 1:6; [3] Salmos 37:18; [4] Deuteronômio 2:7; [5] Jó 23:10; [6] Lamentações 3:32; [7] Isaías 57:16; [8] Salmo 98:3; [9] Salmo 25:6

Conforto das Escrituras para a Sexta-Feira

“Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.” [1]

Na família de Deus, sempre há aqueles que estão passando por tristeza ou pressão e que precisam de ajuda e encorajamento. Se formos “cumprir a lei de Cristo”, devemos “levar as cargas uns dos outros” [1], “porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam” [2], e quando Ele esteve aqui na terra, “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças” [3], voluntariamente tomando os problemas dos outros sobre Si mesmo. “Pela dor do coração o espírito se abate” [4], e “a ansiedade [pesar] no coração deixa o homem abatido, mas uma boa palavra o alegra” [5]. Procuremos por oportunidades para “levar as cargas uns dos outros” [1], a oportunidade para falar aquela palavra ou realizar aquele ato de bondade que ajudará nosso irmão em seu tempo de necessidade. “Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos” [6], para estarmos “comunicando com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade… Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram” [7, 8]. “Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo” [9].

Permita-me ajudar meu irmão, Senhor querido,
Como Tu em graça tem me ajudado;
Deixa-me suportar suas tristezas com ele,
Para que mais leve seja sua carga.

[1] Gálatas 6:2; [2] Romanos 15:3; [3] Mateus 8:17; [4] Provérbios 15:13; [5] Provérbios 12:25; [6] Romanos 15:1; [7] Romanos 12:13; [8] Romanos 12:15; [9] Hebreus 13:3